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segunda-feira, 5 de maio de 2008

PageRank - explicação do Google

A classificação das páginas (PageRank) confia na natureza excepcionalmente democrática da Web, utilizando a sua vasta estrutura de links como um indicador do valor de uma página individual. Essencialmente, o Google interpreta um link da página A para a página B como um voto da página A para a página B. Mas o Google vê além do volume de votos, ou links, que uma página recebe; analisa também a página que dá o voto. Os votos dados por páginas "importantes" pesam mais e ajudam a tornar outras páginas "importantes."

Sites importantes, de alta qualidade recebem uma nota de avaliação maior, que o Google grava a cada busca feita. Naturalmente, uma página importante não significa nada se não combinar com a sua busca. Assim, o Google combina os resultados de alta qualidade com a busca que tu a realizar para que o resultado seja o mais relevante possível. O Google pesquisa quantas vezes a palavra procurada aparece nas páginas e examina todo o aspecto delas (e conteúdo das páginas ligadas a ela) para determinar o melhor resultado para a tua busca.

Avalia o PageRank do teu blog aqui neste blog.

Aqui tens mais uma dica do Google para melhorares o desemprenho do teu blog.
Já agora:

Fonte: Google

segunda-feira, 24 de março de 2008

Google alarma grandes marcas

O motor de busca Google introduziu uma nova ferramenta, chamada "search-within-search", que está a alarmar algumas grandes marcas com "sites" na Internet. Estas receiam que os utilizadores sejam desviados para a concorrência.

Aquilo que o Google está a fazer é oferecer uma opção de pesquisa secundária, mesmo que o utilizador comece por pesquisar explicitamente uma determinada marca, refere o "site" "Slashdot".

Esta pesquisa secundária permite que os utilizadores refinem a sua pesquisa dentro das páginas do "site" pretendido – mas utilizando o motor de busca do Google e não o referido "site", e mostrando anúncios do Google nas páginas de resultados, muito possivelmente publicidade da concorrência.

"Os retalhistas e editoras esforçaram-se bastante para conseguirem subir no ‘ranking’ dos resultados das pesquisas no Google e para refinarem as características da pesquisa nos seus próprios ‘sites’, de forma a ajudarem os utilizadores que lá entrassem. Agora, o Google está a assumir um papel mais preponderante na ajuda aos utilizadores que fazem pesquisas de ‘sites’ específicos. E alguns desses retalhistas e editoras não estão contentes com isto", diz a edição de hoje do "New York Times".